Psicólogo Edson de Assis - http://www.edsondeassis.com.br
Pais que causam sofrimentos emocionais
Pais e filhos | 23 de setembro de 2009
1 – omissos e ausentes.
2 – tiranos e opressores.
3 – que exigem muito.
4 – que não exigem nada.
5 – que nutrem fortes expectativas sobre os filhos.
6 – que não se interessam tanto pelos filhos.
7 – que se separam para não brigarem mais.
8 – que não se separam mas brigam.
9 – que só pensam em dinheiro.
10 – que não ensinam a valorizar o dinheiro.
11 – muito enérgicos (que limitam muito).
12 – muito camaradas (não dão limites).
13 – que não entendem (ou não querem entender) os filhos.
14 – que interferem muito e querem saber de tudo.
15 – que proíbem muito.
16 – que permitem muito.
17 – que nunca estão satisfeitos.
18 – que acham que está sempre tudo muito bom.
Psicólogo Edson de Assis - http://www.edsondeassis.com.br
Psicólogo pós graduado em terapia de familia, com atuação em psicologia clínica e educacional. Além da formação profissional, cursou seminário teológico, desenvolvendo trabalhos pastorais na Igreja Assembléia de Deus e palestrante em diversas áreas como: família, jovens, sexualidade, escolas e empresas [...]
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Tenho 16 anos, quase 17, e meus pais são separados desde os meus 8 anos de idade. Sofri bastante, mesmo pequena e sem noção de várias coisas que aconteciam ao meu redor, e até hoje sou sensível em relação a isso. Meus pais não brigavam, mas o problema era que o meu pai é desequilibrado por causa de seu passado, que foi um caos, e não soube lidar com os fantasmas que o cercavam. Resultado: saía de casa o tempo inteiro, e minha mãe sempre o aceitava de volta. Mas chegou um momento em que ela cansou, porque esse entra e sai estava virando uma rotina (péssima rotina, por sinal) e decidiu não aceitá-lo de volta. Esse ano meu pai foi embora daqui pra morar longe, e isso foi um baque pra mim. Ainda estou procurando me acostumar, porque, mesmo separado da minha mãe, eu ainda o visitava algumas vezes, e não guardei mágoas (não tantas) por ele ter saído de casa tantas vezes. Hoje ele faz “tudo” por mim. Às vezes, chego a pensar que é pra recompensar a falta, a ausência. Moro com a minha mãe. Temos nossos problemas, evidentemente, mas creio que não seria tão bom morar com o meu pai. No caso dele, o meu único problema emocional seria o do pai omisso e ausente. Já os problemas com a minha mãe, são vários: muitas exigências (especialmente em cima dos estudos); o fato de ela ser muito enérgica; muitas das vezes ela não entende o que acontece (e chega a dar a impressão de que simplesmente não quer aprender); quer saber de tudo e interferir muito, proíbe muito; e, principalmente, nunca está satisfeita (sempre 10, nunca 9,5). Vivo sobre várias pressões, mas tento superar. Sozinha. Porque não tenho irmãos. (Foi mais um desabafo do que outra coisa, mas valeu o texto que escrevi!)