O Projeto de Lei 4053/08, do deputado Regis de Oliveira, foi aprovado no último dia 07 de julho pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), tendo como relator o Senador Pedro Simon. Agora, não havendo nenhuma interposição, a lei deverá ser encaminhada ao Presidente da República para sanção ou veto.
A criança que é vítima dessa crueldade se nega a manter qualquer tipo de contato com um dos genitores, independentemente de qualquer razão ou motivo plausível3. Trata-se, de um sentimento de rejeição a um dos genitores,sempre influenciado pelo outro genitor no filho, que com ênfase só apresenta conceitos negativos sobre o progenitor do qual se intenta alienar e que evolui, com o tempo, para um completo afastamento, não apenas do genitor alienado, como também de seus familiares e amigos.
Essa alienação pode perdurar anos seguidos, com gravíssimas conseqüências de ordem comportamental e psíquica, e geralmente só é superada quando o filho consegue alcançar certa independência do genitor guardião, o que lhe permite perceber ao distanciamento insensato a que foi induzido.
Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a separação da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.


Sou um pai, entristecido por vivenciar esta exata situação (alienação parental. Moro na capital da República, e aqui, a justiça tem ignorado todos os meus apelos para que meu filho seja atendido por um profissional especializado em alienação parental,
coisa que os profissionais do psicossocial forense não estão preparados para lidar, tanto é, que apenas pautados pelo que meu filho coagido pela mãe, foi obrigado a dizer contra mim, serviu para forticar seu equivocado relatorio, que me coloca como a situação de risco para o meu proprio filho.
solicito esclarecimento quanto aos testes que possam e devam ser aplicados na busca da verdade real desta situação, que covardemente envolveu meu filho, uma criança de 12 anos e me coloca na injusta situação de criminoso.
solicito ainda, a gentileza de informar, caso conheça, qualquer referência profissional no DF, que possa ser novamente indicado ao MM. Juiz. Grato Carlos Jr
Evaldo Carlos,
Infelizmente, não sei porque razão o seu comentario me passou desapercebido. seria recomendado que o seu filho passasse por uma avaliação psicológica. preferencialmente, um profissional neutro, que trabalhe com terapia familiar ou especializado em psicologia infantil. Qualquer outra informação. estou a disposição, sendo da próxima, sem tanta demora.
Drº Edson